Quando o diagnóstico precoce do Osteossarcoma salva vidas

Ass. Hospitalar Graduada de Ortopedia, ULS Santo António, ICBAS-Univ.Porto/Membro da Equipa Multidisciplinar de Tumores Músculo-Esqueléticos da ULSSA (Centro de Referência Nacional e Europeu, e protocolo com IPO-Lisboa)/Professora Associada Convidada do ICBAS-UP/Investigadora Membro da UMIB, Univ.Porto/Coordenadora da Secção de Tumores do Aparelho Locomotor (STAL) da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia (SPOT)

Cancro do pulmão. Rastreio com TAC permitiu “redução de mortalidade em 20–25%”

O cancro do pulmão continua a ser diagnosticado tardiamente e o Governo anunciou que iria implementar, em breve, dois projetos-piloto de rastreio. Daniela Madama, membro da Comissão Científica do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão (GECP), aborda a importância desta medida, mas sem deixar de realçar os desafios inerentes, para que se dê uma resposta adequada a todos os resultados positivos.

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