Amostras de urina e de saliva podem vir a detetar o cancro, indica um estudo
Com este novo método poder-se-á vir a ter um meio de diagnóstico menos invasivo e mais barato, de acordo coma a equipa de investigação brasileira.
Com este novo método poder-se-á vir a ter um meio de diagnóstico menos invasivo e mais barato, de acordo coma a equipa de investigação brasileira.
O cancro da mama está a afetar cada vez mais mulheres jovens e de uma forma agressiva. Um estudo norte-americano dá mais um passo na descoberta de um tratamento-travão para as metástases.
Em 2022, foram mais de 200 os casos de mulheres com cancro da mama que pediram apoio à Unidade de Senologia do Hospital Distrital de Santarém (HDS). Madalena Nogueira, a coordenadora, alerta para uma tendência preocupante: mulheres cada vez mais jovens com cancros mais agressivos como os triplos negativos e os HER2+.
Filipa Osório é ginecologista-obstetra, especialista em endometriose e membro da direção da Secção de Endoscopia da Sociedade Portuguesa de Ginecologia. No Mês da Endometriose, março, apela à valorização dos sintomas para que haja um diagnóstico precoce.
Hoje, dia em que se assinala o Dia Nacional do Dador de Sangue, o IPO do Porto está a apelar à dádiva de sangue e de plaquetas que pode ser feita de segunda a sexta-feira, entre as 8:30 e as 19:00 e aos sábados das 8:30 às 12:30.
A posição dos Médicos pela Verdade estava em “contradição e desrespeito pelos dados e elementos aceites pela comunidade técnica e científica, ou seja, pelo conjunto de especialistas, nacionais e internacionais, reconhecidos pelos seus pares, com saber específico e qualificado na área de saúde”, indica a Entidade Reguladora da Saúde.
Estima-se que existam cerca de 350 mil mulheres com endometriose em Portugal, de acordo com a Sociedade Portuguesa de Ginecologia. A dor incapacitante é a principal manifestação dos sintomas, mas também pode ser o aparecimento de massas pélvicas ou a dificuldade em engravidar.
Miguel Branco, presidente da Associação Portuguesa de Diagnóstico Pré-Natal (APDPN), alerta para a necessidade de se alterar a lei referente à interrupção médica da gravidez (IMG). Em causa está o limite de 24 semanas para interromper a gravidez em caso de anomalias graves e o facto de algumas anomalias só poderem ser detetadas posteriormente.