• doenças respiratórias

Falta de espirometrias compromete o diagnóstico precoce da DPOC

As espirometrias são “fundamentais para o diagnóstico precoce da DPOC”, prevenindo a perda de função respiratória dos doentes. No entanto, este exame não está acessível à maior parte dos ex e atuais fumadores por falta de capacidade do SNS, sublinha o pneumologista José Alves, presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão.

Cancro do pulmão. “Rastreio de base populacional pode diminuir a mortalidade em cerca de 10%”

A implementação do rastreio a pessoas entre os 45 e os 74 anos, fumadores ou ex-fumadores há menos de 15 anos, poderia ainda "diminuir os custos bem como o impacto social e familiar que o cancro do pulmão tem", sublinha, em entrevista, António Araújo, diretor do Serviço de Oncologia do Centro Hospitalar do Porto.

Pandemia e saída de profissionais “desgastaram os serviços de Pneumologia”

Em entrevista, o diretor do Serviço de Pneumologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra alerta para um excesso de referenciação de doentes dos centros de saúde para as consultas de pneumologia em algumas áreas, numa altura em que os serviços hospitalares ainda recuperam dos efeitos da pandemia e enfrentam o burnout dos profissionais. Carlos Robalo Cordeiro defende uma gestão do doente respiratório à distância e em proximidade digital, com mais indicadores de desempenho na MGF para a área respiratória.

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