ULS Almada-Seixal cria consulta liderada por farmacêuticos para doentes sem médico de família
A iniciativa surge num contexto em que muitos utentes sem médico de família recorrem a múltiplas consultas em diferentes locais, incluindo serviços de urgência, o que aumenta o risco de polimedicação e de erros associados à medicação.
Iniciativa da IM3M pretende “ajudar a crescer e a desenvolver o eu-investigador a par do eu-médico”
A IM3M está à procura de médicos de diferentes especialidades para conhecerem um método de trabalho de investigação em equipa, que lhes poderá permitir uma maior dedicação à investigação, apesar da atividade clínica intensa. Hugo Ribeiro, médico paliativista e investigador, realça que, apesar dos desafios diários, é possível investigar. Os interessados devem contactar via email: iniciativa3M@gmail.com.
Ordem dos Médicos critica propostas sobre identidade de género e alerta para “retrocesso”
Para o Colégio de Sexologia da Ordem dos Médicos, a eventual revogação ou alteração da lei de 2018 sobre identidade de género poderá fragilizar ainda mais a proteção de um grupo considerado vulnerável.
Hospitais privados investem 312 milhões e aumentam atividade em 2025
Em 2025, os hospitais privados realizaram cerca de 10,8 milhões de consultas de especialidade, quase 1,5 milhões de episódios de urgência e aproximadamente 284 mil cirurgias.
Estudo europeu aponta queda no consumo de ecstasy e aumento de cocaína e cetamina
Apesar da descida do consumo de ecstasy, a cetamina registou um aumento significativo, tendo sido detetados níveis que cresceram cerca de 41% entre 2024 e 2025.
ULS da Região de Leiria realiza primeiro implante de pacemaker sem elétrodos
O diretor do Serviço de Cardiologia da ULS da Região de Leiria, David Durão, sublinhou que o pacemaker sem elétrodos constitui uma “ferramenta que pode contribuir para melhorar o bem-estar” dos doentes.
Ordem dos Médicos alerta para risco de exclusão de utentes das listas de médico de família
Um novo diploma determina que os utentes com médico de família que não tenham tido contacto com o SNS há mais de cinco anos libertem a respetiva vaga nas listas, sem perderem, contudo, a inscrição e o acesso aos cuidados de saúde primários, desde que mantenham a tipologia de “registo atualizado”.








