Hospital de Braga vai iniciar tratamentos à paramiloidose
Os doentes com paramiloidose, da área abrangente do Hospital de Braga, vão poder realizar os tratamentos mais perto de casa, evitando fazer centenas de quilómetros de três em três semanas.
Os doentes com paramiloidose, da área abrangente do Hospital de Braga, vão poder realizar os tratamentos mais perto de casa, evitando fazer centenas de quilómetros de três em três semanas.
Segundo Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, a medicina tradicional pode desempenhar "um papel importante e catalisador" para alcançar a cobertura médica universal.
O alerta é de José Vítor Gonçalves, médico fisiatra do Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNGE) e autor da tese de Doutoramento intitulada “Rede Nacional de Cuidados Paliativos - O Estado da Rede”.
O estudo, desenvolvido no âmbito do projeto "Desprescrição no Idoso", envolveu 192 idosos, com uma idade média de 72 anos, sendo que 77% são polimedicados e 91,6% tem três ou mais doenças.
Médico Especialista em Medicina Geral e Familiar e Coordenador na Iniciativa Médica 3M
A descoberta é de um estudo que foi realizado com doentes seguidos pela Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos do ACES Gaia.
De acordo com um relatório de junho deste ano, a OMS pede que os estados avancem com medidas concretas para acabar com este tipo de desigualdades em doentes com dor.
Júlia Machado Ribeiro, Serviço de Medicina Física e de Reabilitação do Centro Hospitalar Universitário do Algarve/Ever.Act
Médico fisiatra do Centro Hospitalar Universitário de São João e médica interna de Medicina Física e de Reabilitação do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão