“Um projeto educacional diferenciador”
Rui Costa, médico de família e um dos presidentes do [...]
Rui Costa, médico de família e um dos presidentes do [...]
A sessão “Abordagem do doente com dispneia na consulta de MGF” tem, de acordo com Cláudia Vicente, médica de família e uma das oradoras responsáveis por abordar esta temática, como objetivo mostrar a importância e as características da dispneia associadas a cada causa mais frequente e como deve ser gerida no dia a dia.
Mário Morais de Almeida é um dos coordenadores da primeira edição do Allergy & Respiratory Summit 2024, que irá decorrer em 1 e 2 de fevereiro de 2024, em Lisboa. Em entrevista, o médico imunoalergologista salienta a importância do trabalho colaborativo no diagnóstico, tratamento e controlo das doenças alérgicas.
Helena Pité, imunoalergologista do Hospital CUF Tejo e Hospital CUF Descobertas, Lisboa, fala sobre a sessão “Urgência alergológica: urticária aguda”, deste Allergy & Respiratory Summit 2024, que vai decorrer nos dias 1 e 2 de fevereiro.
“A DPOC não vive só…” é um dos temas abordados nesta primeira edição do “Allergy & Respiratory Summit 2024”. Eurico Silva, médico de Medicina Geral e Familiar (MGF) na USF João Semana, em Ovar, e um dos oradores desta sessão, enumera três razões pela quais considera pertinente abordar esta temática, ainda que num evento dedicado a alergias.
Neste Allergy & Respiratory Summit 2024 vai haver, também, um espaço dedicado à temática “Vacinas anti-infeciosas – é tempo de atuar”. De acordo com Rui Costa, médico especialista em Medicina Geral e Familiar e um dos coordenadores do evento, a temática da vacinação é de “extrema importância” na atualidade científica e social.
O Hospital Distrital de Santarém (HDS) conta há já dois meses com a especialidade de Imunoalergologia, novidade que foi possível graças à chegada do imunoalergologista David Pina Trincão.
De acordo com um estudo do Instituto Universitário de Ciências da Saúde (IUCS) da Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário (CESPU), os produtos alimentares para bebés, à venda em Portugal, não estão de acordo com as orientações internacionais que defendem a introdução precoce, a partir dos 6 meses, dos oito principais alergénios alimentares: ovo, peixe, marisco, soja, frutos secos, amendoins, leite e trigo. Inês Pádua, nutricionista, coordenadora da Licenciatura em Ciências da Nutrição do CESPU, fala sobre as mais-valias de da introdução precoce destes alergénios na alimentação da criança.