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“Os Cuidados Paliativos não tratam o fim da vida. Tratam a vida como ela é”

No Dia Mundial dos Cuidados Paliativos Pediátricos, a Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) e várias sociedades médicas lançaram um manifesto que denuncia a situação desta área em Portugal. Em entrevista ao SaúdeOnline, Cândida Cancelinha, vice-presidente da APCP e especialista em Cuidados Paliativos Pediátricos no Hospital Pediátrico de Coimbra, explica os desafios enfrentados pelas equipas – tanto de Cuidados Paliativos Pediátricos como de adultos –, o impacto para as famílias e a urgência de garantir uma cobertura mais equitativa e eficaz. Para a médica, os Cuidados Paliativos não tratam o fim da vida, mas sim a vida em toda a sua duração, assegurando qualidade, dignidade e apoio personalizado aos doentes e suas famílias.

Coordenadores das VMER alertam: “Substituir modelo português de socorro será erro pago com vidas”

As coordenações das Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER) alertaram o Governo para os riscos de alterar o atual modelo português de socorro, considerando que a sua substituição por alternativas “indiferenciadas” seria um erro grave, “pago com vidas humanas”.

2025-10-28T11:38:52+00:0027 Out, 2025|APP - Geral, Em Foco, Nacional, Últimas|

Ordens dos Médicos e Enfermeiros pedem ao Governo reforço do modelo português de emergência médica

As Ordens dos Médicos e dos Enfermeiros defenderam, em carta enviada à ministra da Saúde, o reforço do modelo português de emergência médica, sublinhando a importância de manter o atual sistema SIEM e de investir na sua qualificação, num momento em que o Governo prepara a substituição do presidente do INEM.

Quer na diabetes quer na obesidade, a prevenção é essencial

Diretora do Serviço de Endocrinologia do SESARAM e presidente das Jornadas de Diabetes da Madeira, Margarida Ferreira destaca a prevenção como essencial na diabetes e na obesidade. Em entrevista, aborda inovação, terapêutica, inteligência artificial e o papel humano na medicina, sublinhando que nada substitui a intervenção precoce, sobretudo na infância e adolescência.

“A idade por si só não deve ser suficiente para afastar um diagnóstico de cancro da mama”

No âmbito do “Outubro Rosa”, em entrevista ao SaúdeOnline, o oncologista Nuno Tavares, da Unidade Local de Saúde de São João e da Atrys Portugal, alerta para o subdiagnóstico do cancro da mama em mulheres jovens e sublinha a importância da literacia em saúde e do autoconhecimento corporal para a deteção precoce.

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