Pandemia reduziu em mais de 27% admissão de doentes por síndrome coronária aguda
Grande parte destes doentes não foram ao hospital “por medo de serem contaminados” pelo SARS-CoV-2, sugerem os especialistas.
Grande parte destes doentes não foram ao hospital “por medo de serem contaminados” pelo SARS-CoV-2, sugerem os especialistas.
Além da necessidade de recuperação da atividade assistencial, o presidente da SPC reforçou a importância do investimento na promoção da literacia em Saúde.
Em termos absolutos, foram registadas quase 68 mil mortes relacionadas com a covid-19, o que elevou o número total de casos desde o início da pandemia – no início de 2020 – para 5,7 milhões.
Segundo o Conselho Estratégico Nacional da Saúde, o défice de 1.100 milhões de euros em 2021 no SNS revela também o impacto provocado pela pandemia.
Um erro semelhante já havia sido cometido em 2018. ERS garante que o Centro Hospitalar do Algarve não teve em conta as indicações dadas nessa altura.
A Ordem dos Enfermeiros salienta que em causa está a “degradação dos serviços, sobretudo devido à falta de enfermeiros” para responder ao número de doentes que têm de acompanhar.
A sessão dedicada a doentes cardíacos, mas aberta a todos os interessados, decorre a 14 de fevereiro, no âmbito do Dia Nacional do Doente Coronário.
A pandemia prejudicou o tratamento e seguimento de doentes com outras patologias. "Sabemos que doentes deixámos para trás", diz, em entrevista exclusiva, a médica internista e a presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, admitindo que a recuperação da atividade adiada não está a ser feita "a um ritmo aceitável".
A situação já se “torna preocupante nos hospitais de Aveiro, Coimbra, Leiria, Guarda, Castelo Branco e Viseu”, diz a Ordem dos Médicos.