Três em cada 10 portuguesas adiaram maternidade devido à pandemia
Estudo feito em dez países europeus indica que 22% da população portuguesa pretende realizar mais tratamentos de fertilidade.
Estudo feito em dez países europeus indica que 22% da população portuguesa pretende realizar mais tratamentos de fertilidade.
Esta situação é “completamente ilegal” e um "desastre do ponto de vista humano e de saúde", denuncia o presidente do Grupo Ativistas em Tratamentos.
Ao SaúdeOnline, o presidente da FSPOG, Diogo Ayres-de-Campos faz uma antevisão do próximo congresso de Obstetrícia e Ginecologia e destaca o entusiasmo com o regresso ao formato presencial.
Além das doenças crónicas, os especialistas também vão abordar temas clássicos da medicina obstétrica, como a diabetes e a hipertensão.