Ordem quer revogação da lei aprovada recentemente sobre direitos na gravidez e parto

A Ordem dos Médicos pediu a revogação da nova lei sobre direitos na gravidez e no parto, alegando que foi aprovada sem ouvir os profissionais de saúde e contém conceitos desatualizados. O bastonário Carlos Cortes considera que a legislação interfere na autonomia médica e prevê iniciativas para discutir a sua revisão.

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