Unidade de Saúde Familiar de Viseu aguarda há meses por meios humanos para abrir portas
USF está equipada e a abertura estava prevista para janeiro, mas ainda não se concretizou. Em causa está a falta de profissionais.
USF está equipada e a abertura estava prevista para janeiro, mas ainda não se concretizou. Em causa está a falta de profissionais.
É o início da sexta vaga da pandemia, com as infeções a dispararem sobretudo nos mais jovens e na região Norte.
Ainda assim, o coordenador para a reforma dos cuidados de saúde primários, João Rodrigues, defende que os indicadores “Ausência de IVG” e “Ausência de ITS” visavam promover uma mais eficaz intervenção dos médicos de família.
Os maiores problemas registam-se no interior do país, onde é maior a carência de médicos para garantir o funcionamento das VMER.
Médicos "têm de ser avaliados" pelo planeamento familiar, o que passa por evitar gravidezes indesejadas, defende o coordenador para a reforma dos cuidados de saúde primários. Decisão está nas mãos do governo.
Em entrevista exclusiva, a doutorada em Ciências da Comunicação e investigadora do ISCSP Cristina Vaz de Almeida e o especialista em Medicina Geral e Familiar Rui Nogueira destacam as principais lacunas nesta área, a nível nacional. “A nossa obrigação enquanto profissionais de saúde é disponibilizar os meios que possam capacitar as pessoas para tomar decisões acertadas em defesa da sua saúde”, defendem os responsáveis. No entanto, “esta é uma tarefa cada vez mais complexa que exige preparação e treino”.