Passar baixa médica passa a ser mais fácil a partir de hoje
A partir de hoje, as entidades prestadoras de cuidados de saúde públicas, privadas e sociais, designadamente cuidados de saúde primários, serviços de prevenção e tratamento da toxicodependência, e cuidados de saúde hospitalares, incluindo serviços de urgência, são considerados serviços competentes para passar baixas.
Mais de 1.400 cartões de Pessoa com Doença Rara em 2023 e registadas 445 doenças
Desde 2014, já foram atribuídos 11.670 cartões a pessoas com doenças raras, que contêm informação clínica essencial para que em situação de emergência os médicos saibam que procedimentos adotar sem pôr os doentes risco.
Alimentação, dietas e perda de peso: verdades e mitos
Nutricionista, especialista em Nutrição Clínica pela Ordem dos Nutricionistas
Diabetes em números: uma perspetiva atual
Diretora do Programa Nacional para a Diabetes
Médicos devem estar atentos a queixas que podem ser de doenças raras
Especialistas avisam para a importância de os médicos estarem alerta para queixas de doentes que possam enquadrar-se em doenças raras, salientando que a ausência ou atraso no diagnóstico tem consequências negativas no paciente.
Obesidade: uma doença crónica
Médica endocrinologista, adjunta da Direção Clínica da APDP e diretora clínica da clínica Qorpo
Quase metade das pessoas com doenças raras não são seguidas em centros de referência
Quase metade das pessoas com doenças raras não são acompanhadas em centros de referência para a sua patologia, seja por desconhecimento, inexistência ou porque são acompanhadas em consulta específica, revela um inquérito divulgado.
“Estima-se que 10 a 14% dos adultos possam ter diabetes e mais de 60% excesso de peso ou obesidade”
De acordo com João Jácome de Castro, presidente das 13.as Jornadas Práticas de Diabetologia e Obesidade em MGF da Zona Sul, a diabetes e a obesidade são das doenças endócrinas mais frequentes. Os números são importantes e é preciso que os médicos definam objetivos para cada doente e se dediquem a tratar estas patologias. Ainda assim, o endocrinologista é otimista quanto ao futuro, uma vez que as terapêuticas são cada vez “mais eficazes e seguras”.









