Investigadores do Porto desenvolvem método para prever défice cognitivo após AVC

Uma equipa da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto está a desenvolver um método não invasivo para identificar sobreviventes de AVC com maior risco de défice cognitivo. A técnica usa ultrassons e poderá ajudar a orientar tratamentos mais precoces e protetores.

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Segundo os dados do estudo, a principal razão apontada para o incumprimento da medicação é a ausência de sintomas (33,2%), seguida da perceção de baixa gravidade da doença (17,2%) e da complexidade da posologia (15,8%).

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