ADN tumoral no sangue pode antecipar recaída no cancro da mama, indica estudo

A deteção de fragmentos de ADN tumoral no sangue poderá ajudar a prever recaídas no cancro da mama meses antes de surgirem sintomas, sugere um estudo internacional apresentado em Barcelona. Os dados apontam potencial para orientar decisões terapêuticas após o tratamento inicial.

Doença renal crónica é silenciosa – Diagnóstico precoce pode evitar diálise e transplante

No “Rim para a Meia Noite – o talk show que ninguém pediu”, os humoristas António Machado e Eduardo Madeira falaram de doença renal crónica. Com humor, abordaram um tema sério, alertando para o facto de se tratar de uma doença silenciosa e assintomática nas fases iniciais. Sendo os principais fatores de risco a hipertensão e a diabetes, na iniciativa apelou-se ao rastreio e ao diagnóstico precoce, que, com a ajuda de fármacos e de mudanças de estilo de vida, poderão atrasar ou evitar a diálise e o transplante.

“Estamos a criar orientações para que os doentes oncológicos tenham respostas adequadas e flexíveis”

Criar orientações para que os doentes oncológicos tenham respostas clínicas e organizacionais adequadas são dois dos principais objetivos do European Commission Initiative on Cancer. Hugo Ribeiro, médico paliativista e investigador, foi escolhido pela Comissão Europeia para integrar um painel de 15 especialistas que desenvolverão recomendações europeias relacionadas com os rastreios oncológicos e a abordagem terapêutica de doentes com cancro. Em entrevista, fala do trabalho "muito desafiante", mas também "muito gratificante".

“Um dos maiores problemas ‘silenciosos’ dos resultados em Saúde é a falta de adesão ao tratamento”

Hoje assinala-se o Dia Mundial da Adesão. João Ramos, médico de Medicina Geral e Familiar e coordenador da USF Carnide Quer - ULS Santa Maria, alerta para o problema ‘silencioso’ da não adesão à medicação que acontece, sobretudo, em doenças crónicas assintomáticas.

“Precisamos de ações concretas. Está em risco o funcionamento dos hospitais e da Medicina Interna”

No âmbito da Proposta de Reforma Hospitalar entregue pela Sociedade Portuguesa de Medicina Interna à ministra da Saúde e à Direção Executiva do SNS, o presidente da SPMI, Luís Duarte Costa, alerta que a sobrecarga da Medicina Interna é apenas a ponta do icebergue. Em entrevista ao SaúdeOnline, o médico defende uma reorganização centrada no doente e o reconhecimento formal do papel estratégico dos internistas para garantir o funcionamento dos hospitais.

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