“É quase escravatura”. Há médicos internos que fazem 20 horas extra todas as semanas
O bastonário dos Médicos alerta para a sobrecarga a que estão a ser sujeitos os médicos internos de Ginecologia-Obstetrícia.
O bastonário dos Médicos alerta para a sobrecarga a que estão a ser sujeitos os médicos internos de Ginecologia-Obstetrícia.
Os negros e os hispânicos serão os mais afetados, alertando-se assim para medidas mais equitativas.
As autoridades de saúde indianas estão a investigar a origem deste vírus que tem afetado crianças ente um e 5 anos.
O bastonário Miguel Guimarães alertou também para o impacto da crise das urgências na formação dos internos.
Greve dos enfermeiros afetou muitas cirurgias programadas. Profissionais contestam o tempo considerado para a progressão das carreiras ou o “agravamento das condições e horários de trabalho”.
Número de situações diárias que levam ao acionamento de meios está acima do habitualmente registado nos anos pré-pandemia e o INEM tem dificuldade em dar resposta.
A "tendência decrescente da incidência” da doença observou-se sobretudo nos mais jovens e está “em linha com a maioria dos países europeus”, segundo o INSA.
Número de processos pendentes no Instituto de Medicina Legal teve uma descida significativa de 2020 para 2021, de cerca de 85%.
O encerramento de bloco de partos e de urgências obstétricas tem sido frequente este verão, face à falta de médicos nesta área.
Mário Monteiro, o responsável pelas vacinas em fase de testes, é químico e professor da Universidade de Guelph, no Canadá.