“Portugal tem acesso a todas as tecnologias e tratamentos de ponta para as arritmias”

Arritmias, “a reunião mais importante da arritmologia nacional”, como afirma Diogo Cavaco, presidente da Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Eletrofisiologia da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, vai realizar-se a 16 e 17 de fevereiro, em Cascais. De acordo com o cardiologista, o evento tem como objetivo fazer a atualização de grandes temas. Diogo Cavaco mostra-se orgulho com a “boa saúde” do tratamento de arritmias em Portugal.

  • hipertensão

Hipertensão. “Em equipa é possível mudar o panorama do risco cardiovascular”

Rosa de Pinho é a Presidente do 18.º Congresso Português de Hipertensão e Risco Cardiovascular Global, da Sociedade Portuguesa de Hipertensão, que decorre entre amanhã e domingo, no Algarve. Em entrevista, fala sobre as novas guidelines europeias da ESH 2023 e sobre o papel de diferentes profissionais de saúde no controlo do risco cardiovascular.

Infarmed alerta para riscos de medicamentos com pseudoefedrina para hipertensos e doentes renais

O Infarmed recomenda aos doentes com hipertensão e doença renal para não tomarem medicamentos com pseudoefedrina, usados para aliviar os sintomas de constipação e gripe, como dores de cabeça, febre e dor, rinite alérgica ou rinite vasomotora.

  • investigação

Bolsa CUF D. Manuel Mello atribui 100 mil euros a investigação sobre doença coronária

A bolsa CUF D. Manuel Mello, no valor de 100 mil euros, vai permitir desenvolver um projeto que, através de um algoritmo de inteligência artificial, despista “em segundos a presença de doença coronária, de uma forma segura e com mais benefícios para os doentes e para o sistema de saúde”.

  • trombose e hemostase

“É preciso olhar para a trombose e a hemostase como uma área nobre da Medicina”

Luciana Ricca Gonçalves é imuno-hemoterapeuta e presidente da Associação Portuguesa de Trombose e Hemostase (APTH). Em entrevista, à margem da 1.ª Reunião Científica da APTH, que decorre amanhã, em Coimbra, apresenta os objetivos da APTH e realça a necessidade de se apostar cada vez mais na interdisciplinaridade para que se diminuam os eventos trombóticos.

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