Mulheres com menor rendimento participam menos em rastreios oncológicos
Continua a haver "grande desigualdade na realização destes rastreios entre mulheres com maior e menor rendimento", conclui um estudo da Universidade de Coimbra.
Continua a haver "grande desigualdade na realização destes rastreios entre mulheres com maior e menor rendimento", conclui um estudo da Universidade de Coimbra.
A implementação do rastreio a pessoas entre os 45 e os 74 anos, fumadores ou ex-fumadores há menos de 15 anos, poderia ainda "diminuir os custos bem como o impacto social e familiar que o cancro do pulmão tem", sublinha, em entrevista, António Araújo, diretor do Serviço de Oncologia do Centro Hospitalar do Porto.
Regista-se uma “tendência de agravamento da mediana do tempo desde a referenciação até à identificação de vaga em unidades de cuidados continuados", realça a Entidade Reguladora da Saúde.
A portaria em causa veio reforçar o papel das comissões de farmácia e terapêutica dos hospitais, acabando por “atrasar o acesso dos doentes aos medicamentos”.
Em entrevista, o reumatologista Jaime Branco relaciona a degradação do SNS com a perda de influência dos médicos na liderança dos serviços públicos de saúde. O também candidato a bastonário da Ordem dos Médicos (OM) garante que devolver a liderança aos médicos melhoraria “o conhecimento e entendimento do doente” e deixa críticas à atual liderança da OM, entidade que quer que seja independente de “influências sindicais”.