About Sílvia Malheiro

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  • défice de atenção

Mais de um terço dos atendimentos no centro antivenenos em 2024 envolveu crianças

Mais de um terço dos casos atendidos pelo Centro de Informação Antivenenos em 2024 envolveu crianças, sobretudo menores de 5 anos. O INEM alerta para o risco de intoxicações acidentais com medicamentos e produtos domésticos, apelando a cuidados redobrados por parte dos pais.

“É fundamental capacitar as pessoas com diabetes para que se tratem melhor”

João Raposo, presidente da Sociedade Portuguesa de Diabetologia e diretor clínico da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal é o mais recente presidente-eleito da Federação Internacional da Diabetes – Região Europa (IDF Europa), assumindo integralmente a presidência em 2027. Em entrevista ao SaúdeOnline, João Raposo fala sobre os desafios e prioridades da diabetes na região europeia. À frente de um cargo internacional, o médico português quer ajudar a uniformizar os cuidados, a reduzir desigualdades no acesso e a reforçar a capacitação das pessoas com diabetes. Acredita que a transformação passa por políticas públicas eficazes.

“68% dos doentes com asma não têm a doença controlada”

No Dia Mundial da Asma, que este ano se assinala a 6 de maio com o lema “Tornar os tratamentos inalatórios acessíveis para todos!”, a prioridade é clara: garantir que todos os doentes tenham acesso aos medicamentos essenciais para controlar a doença. Em Portugal, estima-se que cerca de 700 mil pessoas sofram de asma, mas uma grande parte continua sem diagnóstico ou sem o tratamento adequado. Elisa Pedro, assistente graduada sénior de Imunoalergologia da Unidade Local de Saúde Santa Maria, sublinha a urgência de reforçar o diagnóstico precoce, combater mitos sobre a medicação inalatória e investir na literacia em saúde respiratória — sem esquecer os avanços científicos que já estão a transformar a vida dos doentes.

“A rinossinusite crónica com pólipos pode ter um impacto significativo na qualidade de vida”

A rinossinusite crónica com pólipos nasais afeta cerca de 12% da população mundial e 2,5% dos portugueses. Trata-se de uma doença inflamatória persistente que pode comprometer seriamente a qualidade de vida, não só pela obstrução nasal e dores de cabeça recorrentes, mas também pela perda de olfato — um dos sentidos mais subestimados, mas essencial para o bem-estar e segurança. Teresa Bernardo, otorrinolaringologista na ULS Tâmega e Sousa, explica em que consiste esta patologia, quais os sinais de alerta e as opções terapêuticas mais eficazes. Esta entrevista foi realizada no âmbito do Dia Mundial da Consciencialização para a Rinossinusite Crónica Grave com Polipose Nasal, assinalado a 20 de abril pelo EUFOREA (Fórum Europeu de Pesquisa e Educação em Alergia e Doenças das Vias Respiratórias).

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