Hospital de Braga avalia riscos de osteoporose e ensina utentes a evitar quedas
A iniciativa promovida pelo Hospital de Braga é dirigida a utentes com mais de 65 anos e vai contar com a presença de dois reumatologistas e uma enfermeira.
A iniciativa promovida pelo Hospital de Braga é dirigida a utentes com mais de 65 anos e vai contar com a presença de dois reumatologistas e uma enfermeira.
João Alves, presidente das V Jornadas de Atualização em Dermatologia e Venereologia de Almada, fala deste evento que considera ser uma oportunidade de formação em Dermatologia, sobretudo para a Medicina Geral e Familiar, mas não só.
O movimento Farmacêuticos em Luta entregou uma petição à Provedoria de Justiça com mais de 700 assinaturas e lembrou a apresentação da anterior petição na Assembleia da República, em setembro, com mais de 9 mil subscritores.
A nutricionista Liliana Sousa, com carreira no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, sucede como bastonária à Ordem dos Nutricionistas a Alexandra Bento.
A reunião das estruturas representativas dos médicos está marcada para as 15:30 na Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, no Porto.
O Serviço de Endocrinologia do Hospital de Braga volta a mostrar a sua vitalidade, com a organização de mais umas Jornadas de Endocrinologia e Diabetes de Braga, segundo Olinda Marques, uma forma de “contribuir para o progresso da Endocrinologia regional”. Referindo que o evento tem vários públicos-alvo, a presidente do congresso e responsável pelo referido serviço salienta que o mesmo foi construído com o objetivo de ter um “programa cativante e abrangente”, direcionado para os principais referenciadores, sobretudo “os médicos de família” com quem partilham os cuidados aos doentes.
De acordo com deputados do PS, António Costa defendeu que o SNS terá de se adaptar aos novos tempos, com uma nova geração de profissionais de saúde.
Telma Sequeira, pneumologista do IPO de Lisboa, fala acerca da importância de Portugal integrar um programa de rastreios-piloto a nível europeu para o cancro do pulmão, assim como dos sinais e sintomas da doença e dos tratamentos disponíveis. Na sua opinião, o futuro é “risonho”. A organização do programa de rastreios a nível europeu e a investigação de novas terapêuticas vão, no futuro, permitir tratar o cancro do pulmão como “uma doença crónica e diminuir a sua mortalidade”.