Médicos trabalham em modo de “medicina de catástrofe” nos últimos dias do ano
A acusação é da Federação Nacional dos Médicos (FNAM). Em comunicado, alerta para os riscos que existem quer para médicos quer para doentes em vários serviços de Urgência.
A acusação é da Federação Nacional dos Médicos (FNAM). Em comunicado, alerta para os riscos que existem quer para médicos quer para doentes em vários serviços de Urgência.
Os tempos médios de espera para doentes urgentes nos hospitais da região de Lisboa variavam, às 08:30 de hoje, entre as quase 18 horas, no Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), e a 1 hora e 6 minutos, no Garcia de Orta, em Almada.
Oito obstetras do Hospital de Santa Maria deixaram a instituição, o que está a causar grandes dificuldades para assegurar as equipas do São Francisco Xavier, que está a receber as grávidas daquele hospital, segundo o Sindicato Independente dos Médicos.
Um terço dos mais de 1,7 milhões de chamadas atendidas este ano na Linha SNS 24 foram encaminhadas para o serviço de urgência, sendo os restantes casos direcionados para o centro da saúde ou para cuidados em casa.
Especialista em Medicina Geral e Familiar
Fausto Roxo, Responsável pela Unidade de Doenças Infeciosas do Hospital de Santarém, fala da SIDA como uma doença crónica e alerta para o fim do estigma. Um doente em tratamento, com carga viral indetetável não transmite o vírus.
Especialista em Medicina Interna do Centro Hospitalar Universitário de Santo António