“Os Cuidados Paliativos não tratam o fim da vida. Tratam a vida como ela é”

No Dia Mundial dos Cuidados Paliativos Pediátricos, a Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) e várias sociedades médicas lançaram um manifesto que denuncia a situação desta área em Portugal. Em entrevista ao SaúdeOnline, Cândida Cancelinha, vice-presidente da APCP e especialista em Cuidados Paliativos Pediátricos no Hospital Pediátrico de Coimbra, explica os desafios enfrentados pelas equipas – tanto de Cuidados Paliativos Pediátricos como de adultos –, o impacto para as famílias e a urgência de garantir uma cobertura mais equitativa e eficaz. Para a médica, os Cuidados Paliativos não tratam o fim da vida, mas sim a vida em toda a sua duração, assegurando qualidade, dignidade e apoio personalizado aos doentes e suas famílias.

  • Cuidados Paliativos Pediátricos

“Os Cuidados Paliativos Pediátricos não se destinam apenas a crianças com cancro”

Quase 90% das crianças com doença avançada, em Portugal, não têm acesso a uma equipa de Cuidados Paliativos Pediátricos (CPP), segundo Cândida Cancelinha, médica coordenadora das Equipas de CPP do CHUC e vice-presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos.

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