“Selpercatinib é o fármaco com melhor perfil de segurança e tolerabilidade no cancro da tiroide avançado”

Miguel Melo, endocrinologista do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, realça a “mais-valia” da nova terapêutica para doentes com cancro da tiroide em estadio avançado e com mutação do gene RET. O especialista fala ainda da importância do diagnóstico molecular. O endocrinologista foi um dos oradores do simpósio ‘Os avanços da Oncologia de Precisão no cancro da tiroide: onde estamos e para onde vamos?’, promovido pela Lilly no Congresso Português de Endocrinologia, que decorreu em fevereiro, no Algarve. 

Fibrilhação auricular e diabetes. “A hipocoagulação destes doentes é mandatória”

Luís Andrade, diretor do Serviço de Medicina Interna do Centro Hospitalar Entre o Douro e Vouga, alerta para o "elevadíssimo risco cardiovascular" dos doentes com fibrilhação auricular (FA) e diabetes. De acordo com o especialista, são cerca de 40% os doentes que sofrem de ambas as patologias.

Doença arterial periférica. “O diagnóstico precoce é importantíssimo”

Afonso Castelo Branco, especialista em Medicina Geral e Familiar na USF Penacova, fala sobre doença arterial periférica, que é “um marcador de aterosclerose disseminada e generalizada”. Como tratamento defende a dupla inibição trombótica, que também previne eventos cardiovasculares, assim como a adoção de estilos de vida saudáveis.

Entrevista. “Os mais velhos dão um contributo enorme à sociedade”

Maria João Quintela, vice presidente da Sociedade Portuguesa de Geriatria e Gerontologia (SPGG), salienta a necessidade de os idosos terem acesso “a cuidados [de saúde] integrados e multidisciplinares”. A responsável falou sobre a saúde dos mais velhos e a sua importância na sociedade à margem do 42.º Congresso Português de Geriatria e Gerontologia, que decorreu entre 23 e 25 de novembro, em Lisboa.

Entrevista. “Temos de saber dominar as síndromes geriátricas”

Manuel Carrageta, presidente da Sociedade Portuguesa de Geriatria e Gerontologia (SPGG), faz um balanço do 42.º Congresso Português de Geriatria e Gerontologia, que decorreu entre 23 e 25 de novembro, em Lisboa. Em entrevista, alerta ainda para a necessidade de haver mais formação em Geriatria, porque “as pessoas mais velhas não têm apenas mais anos, são de facto diferentes”.

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