Cancro: “Quem trata rim não deve tratar mama, bexiga ou próstata”
A aposta na especialização do tratamento oncológico devia ser uma prioridade em Portugal, defende o urologista Fernando Calais da Silva, em entrevista.
A aposta na especialização do tratamento oncológico devia ser uma prioridade em Portugal, defende o urologista Fernando Calais da Silva, em entrevista.
A elevada incidência deste tipo de cancro na população imigrante e a falta de um rastreio organizado a nível nacional explicam os números. No entanto, os casos são diagnosticados em fases cada vez mais precoces, diz a ginecologista Filipa Ribeiro, em entrevista ao SaúdeOnline.
Mesmo sem queixas, o exame deve ser feito de 3 em 3 anos nestes casos, diz o médico Carlos Sottomayor, diretor do Serviço de Oncologia do Hospital Pedro Hispano.
"A infeção por CMV é quase sempre assintomática", alerta o médico hematologista Manuel Abecasis. 70 a 80% da população já terá sido infetada. Vírus pode reativar-se depois de um transplante de medula e levar à morte.
Medicina de precisão no tratamento de doenças oncológicas ainda não está acessível a toda a população porque alguns medicamentos ainda não estão aprovados pelo Infarmed.