A MGF e a Medicina do Trabalho
Especialista em Medicina Geral e Familiar
Especialista em Medicina Geral e Familiar
A Câmara de Idanha-a-Nova colocou em consulta pública um regulamento que prevê incentivos financeiros e apoio ao alojamento e deslocação para fixar médicos no concelho. O objetivo é reforçar a resposta na medicina geral e familiar na Unidade de Cuidados de Saúde Primários local.
O concelho de Mortágua conta, desde hoje, com uma nova Unidade de Saúde Familiar (USF), integrada na ULS de Coimbra. A unidade assegura cuidados de saúde a 7.896 utentes e prevê reforçar a equipa para abranger, no futuro, os mais de 1.600 residentes ainda sem médico de família.
O Governo decidiu substituir a diretora clínica dos cuidados de saúde primários da ULS Santa Maria, justificando a medida com a necessidade de reforçar a resposta aos cerca de 120 mil utentes sem médico de família. Rita Molinar foi escolhida para assumir o cargo.
A proteína de origem vegetal pode ser tão eficaz como a animal no aumento da massa proteica muscular em adultos mais jovens, segundo uma investigação portuguesa. Apenas a partir dos 65 anos se observou uma ligeira vantagem da proteína animal na estimulação do músculo.
A FAES FARMA está a organizar podcasts para abordar a temática "A Gota e a Hiperuricemia na prática clínica". A iniciativa destina-se exclusivamente a profissionais de saúde e tem como objetivo alertar para a artrite gotosa que costuma ser tratada como doença aguda, apesar de ser crónica e sistémica.
Departamento de Saúde Familiar e Comunitária: Assunção Magalhães, Enfermeira Gestora, Helena Almeida, Gestora de Departamento, Vera Pires, Médica Assistente Graduada de MGF
A FAES FARMA está a organizar podcasts para abordar a temática "A Gota e a Hiperuricemia na prática clínica". A iniciativa destina-se exclusivamente a profissionais de saúde e tem como objetivo alertar para a artrite gotosa que costuma ser tratada como doença aguda, apesar de ser crónica e sistémica.
De acordo com o estudo português “Perceção da população portuguesa sobre as infeções sexualmente transmissíveis”, apresentado no ID Symposium 2026, 45% dos portugueses não realizam exames de rastreio e 59% têm vergonha de os fazer. Para Rita Maciel Barbosa, assistente Graduada em Medicina Geral e Familiar e coordenadora do Centro Integrado de Saúde Sexual do Porto, é preciso falar mais do assunto e desmistificar ideias como sexo oral é mais seguro mesmo sem preservativo.