Doença renal crónica. “A pesquisa de albumina na urina, por si só, não é suficiente para diagnóstico precoce”

A doença renal crónica, nas fases iniciais, é assintomática, o que contribui para o atraso no diagnóstico. No Dia Mundial do Rim, que se assinala hoje, Fernando Domingos, diretor do Serviço de Nefrologia da ULS Amadora-Sintra, alerta para a importância do diagnóstico precoce, com base na relação albuminúria/creatininúria.

HPV e vacinação. “Existe eficácia demonstrada na redução das lesões”

A vacinação contra a infeção por HPV tem permitido a redução de lesões como condilomas. Face aos seus benefícios, o médico de família tem “um papel imprescindível” para se alcançar a imunidade de grupo, como defendem as médicas de família Ana Sofia Marafona, da ULS São João, e Jéssica Nunes, da ULS Algarve.

“Desejo muito que o SNS evolua, mantendo uma visão de justiça e de equidade”

Alexandra Fernandes recebeu o galardão “Médica de Família do Ano” na Gala MGF Prémios Médicos de Família de Ouro, que decorreu, em janeiro, no Porto. Em entrevista, revela o que a levou a ser médica de família, apesar de ter sido uma escolha criticada por familiares e colegas. Comentando a evolução da Medicina Geral e Familiar, destaca o trabalho que desenvolveu nas Vias Verde Saúde, para utentes sem médico de família.

Baixo Alentejo. “A maior dificuldade não é a falta de autonomia, mas atrair e fixar médicos”

Luís Coentro é diretor clínico para os cuidados de saúde primários da ULS Baixo Alentejo. Em entrevista, fala sobre as dificuldades sentidas na região para se atrair e fixar médicos de família e conta como tem sido o crescimento da relação entre cuidados primários e hospitalares numa unidade local de saúde que já existe desde 2008.

“Um dos grandes receios era que os CSP fossem ‘engolidos’ pelos hospitais e nalguns locais isso aconteceu”

Nuno Jacinto, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), faz um balanço das mudanças que se têm sentido, nos últimos meses, no setor da saúde, em particular nos CSP. No caso específico das unidades locais de saúde (ULS), o responsável fala em assimetrias regionais e apela a que não seja posta em causa a autonomia dos cuidados primários.

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