“Pandemia da diabetes” já existia antes da pandemia Covid-19, diz DGS
Uma vez infetados, as pessoas com diabetes “têm um risco maior do que as outras de terem formas mais graves da doença", diz a diretora do Programa Nacional para a Diabetes da DGS.
Uma vez infetados, as pessoas com diabetes “têm um risco maior do que as outras de terem formas mais graves da doença", diz a diretora do Programa Nacional para a Diabetes da DGS.
O diretor do Serviço de Medicina Interna do Hospital Garcia de Orta conta como tem sido monitorizar a DMT2 durante a pandemia e considera que os novos fármacos para controlo da doença vão melhorar os outcomes terapêuticos, com mais segurança cardiovascular e eficácia.
É preciso apostar no diagnóstico precoce da diabetes e das complicações resultantes do controlo desadequado da doença, diz o diretor clínico da APDP. Só assim se conseguirá diminuir a elevada incidência e prevalência da DMT2 em Portugal.
Sofia Ferreira - Diretora Geral Mundipharma
Durante o período de quarentena obrigatória, estima-se que entre 10 a 20 mil pessoas não conseguiram ter acesso a um diagnóstico e intervenção precoces.
Alerta surge no âmbito da campanha “A Vitória Contra a Doença Renal começa na Prevenção”. Objetivo é consciencializar a população para a importância da adoção de estilos de vida saudáveis.
Unidade contará com equipas de diversas áreas da medicina, prontas para dar resposta a patologias de órgãos e/ou sistemas que envolvam mecanismos hormonais com indicação cirúrgica.
APDP desafiou o Governo a testar as pessoas com diabetes que estão em risco de serem contagiadas, alertando que se forem infetadas podem descompensar e agravar os seus internamentos.
O projeto surge de forma a sensibilizar as pessoas, uma vez que as pessoas diabéticas têm mais propensão a ficar “gravemente doentes” caso sejam infetadas com covid-19.