Ministro da Saúde recusa relacionar negociações sindicais com recusa às horas extra
O ministro da Saúde refutou a ideia de que os médicos que se recusam a trabalhar além das 150 horas extraordinárias obrigatórias por lei estão a fazer “uma espécie de greve” às urgências, sublinhando que isso “seria gravíssimo”.









