Prevalência de parto instrumentado em Portugal é três vezes superior à média europeia, apura estudo
Mais de 60% das mulheres sujeitas a um parto instrumentado não consentiram o uso de fórceps ou ventosas.
Mais de 60% das mulheres sujeitas a um parto instrumentado não consentiram o uso de fórceps ou ventosas.
O retrato dos médicos de Ginecologia/Obstetrícia também sublinha assimetrias demográficas e geográficas no SNS.
As grávidas que ficam infetadas durante a gravidez também correm maior risco de parto prematuro e natimorto e têm maior risco de outras complicações, alerta a Agência Europeia de Medicamentos.
O diretor do Serviço de Ginecologia do Centro Hospitalar de Lisboa Norte alerta para o impacto desta realidade nos serviços e apela à vacinação.
De acordo com o Ministério da Saúde, estes cuidados correspondem a uma consulta por ano, os respetivos exames, bem como os contracetivos.
Nasceram menos 6 mil bebés em relação ao mesmo período do ano passado, que já tinha sido de quebra da natalidade em Portugal.
A investigação demonstra ainda que a área do cérebro ativada durante a estimulação do clitóris é mais extensa em mulheres que têm mais relações sexuais.