Investigadores procuram mulheres saudáveis para estudar causas de abortos recorrentes
Os abortos recorrentes afetam cerca de 5% das mulheres grávidas em todo o mundo e estima-se que cerca de metade dos casos permaneçam sem explicação.
Os abortos recorrentes afetam cerca de 5% das mulheres grávidas em todo o mundo e estima-se que cerca de metade dos casos permaneçam sem explicação.
A "maioria das grávidas e mães" portuguesas estão expostas ao marketing digital de produtos para alimentação complementar dos bebés, 73% dos quais não cumprem os requisitos nutricionais definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
“Nutrição personalizada com leite humano” é um dos temas abordados no XXIII edição do Congresso de Nutrição e Alimentação (CNA), que terá lugar nos dias 16 e 17 de maio, em Lisboa. A nutricionista Manuela Cardoso aborda o tema e realça as mais-valias de se ter uma análise do leite materno para se dar resposta às necessidades nutricionais de bebés pré-termo.
A urgência ginecológica/obstétrica e bloco de partos do hospital de Leiria vão estar fechados a partir das 9h de sexta-feira até às 9h de segunda-feira e a urgência pediátrica fecha entre sábado e segunda-feira.
A Câmara de Viana do Castelo aprovou por unanimidade um apoio de 100 mil euros para a requalificação do bloco de parto do hospital de Santa Luzia, orçada em mais de dois milhões de euros.
As grávidas em risco de parto prematuro residentes na região Lisboa podem, desde hoje, ser acompanhadas por uma equipa multidisciplinar da Maternidade Alfredo da Costa, anunciou a Unidade Local de Saúde (ULS) São José.
O número de nascimentos em Portugal caiu no primeiro trimestre para 20.575, menos 490 do que no mesmo período do ano passado, após ter estado a subir desde 2022, revelam dados baseados no "teste do pezinho".
Com o intuito de assinalar o Dia Mundial do Cancro do Ovário, os especialistas pretendem apostar no diagnóstico precoce, dado que “o diagnóstico rápido e a referenciação célere para o centro de tratamento oncológico são fatores fundamentais no sucesso de tratamento”, explica Mónica Pires, ginecologista oncológica no IPO-Porto.