Ordem dos Médicos alerta para risco de exclusão de utentes das listas de médico de família

Um novo diploma determina que os utentes com médico de família que não tenham tido contacto com o SNS há mais de cinco anos libertem a respetiva vaga nas listas, sem perderem, contudo, a inscrição e o acesso aos cuidados de saúde primários, desde que mantenham a tipologia de “registo atualizado”.

Ministra admite distritos com maior mortalidade infantil e apela a que mães estrangeiras procurem serviços de saúde

Este apelo às mães estrangeiras surge na sequência de um relatório que dá conta de que, em 2024, se registou um aumento tanto no número de óbitos de fetos com mais de 22 semanas de gestação como no número de crianças nascidas vivas que morreram antes de completar um ano.

ACSS diz que novas regras das listas nos cuidados primários visam garantir acompanhamento efetivo pelos médicos de família

Entre as alterações previstas está a criação da tipologia de “registo atualizado não residente”, que se aplicará a cidadãos que não residem em Portugal. Segundo a ACSS, esta nova classificação não irá discriminar nem limitar o acesso ao Serviço Nacional de Saúde (SNS). “

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