• inovação

“A inovação deveria ser uma prioridade dos gestores do SNS”

A propósito do lançamento do livro “Inovação em Saúde por quem a pratica”, falámos com o professor universitário Pedro Pita Barros, um dos autores, que aponta grandes assimetrias na inovação em saúde em Portugal, defendendo que as “entidades de saúde, têm de ter a capacidade de olhar para a inovação e fazê-la parte do seu pensamento habitual”.

SNS. “Uma forma de lidar com a má gestão é dar mais autonomia aos hospitais com boa gestão”

Em entrevista, o professor de Economia da Saúde da Nova School of Business of Economics admite que exista má gestão no SNS e também falta de vontade política para tomar medidas em relação a este problema. Uma delas, diz, seria premiar a boa gestão nos hospitais.

“O número de TAVI tem de aumentar duas a três vezes, para conseguirmos dar uma resposta adequada”

No entanto, as listas de espera para intervenção valvular aórtica são grandes, "atingindo em alguns centros um período de quase um ano", alerta, em entrevista, o cardiologista de intervenção Marco Costa, do Hospital da Luz Coimbra.

  • contraceção

Contraceção “verde”. Estudo NEST revela aumento da consciencialização ambiental no uso da pílula

Em entrevista ao SaúdeOnline, a ginecologista e presidente da Sociedade Portuguesa de Contraceção refere que as preocupações ambientais associadas ao uso de hormonas é uma questão importante, cada vez mais reconhecida pelos médicos e pelas mulheres.

  • literacia

Literacia nas redes: Qual o papel do médico no séc. XXI?

Em matérias de literacia em saúde, o pediatra Hugo Rodrigues e o psiquiatra Gustavo Jesus defendem a mesma posição: "as pessoas nunca tiveram acesso a tanta informação, mas ao mesmo tempo que nunca estiveram tão desinformadas como agora, no sentido de fazerem observações absurdas”.

  • literacia

“Melhores níveis de literacia permitem mitigar a necessidade de prestação de cuidados de saúde”

Em entrevista exclusiva ao SaúdeOnline, o chefe da Divisão de Literacia, Saúde e Bem-Estar da DGS apresenta quais os principais desafios da tutela no aumento da literacia dos portugueses em matérias de saúde pública.

“Os profissionais de saúde são os primeiros responsáveis pela literacia dos seus utentes”

Em entrevista exclusiva, a doutorada em Ciências da Comunicação e investigadora do ISCSP Cristina Vaz de Almeida e o especialista em Medicina Geral e Familiar Rui Nogueira destacam as principais lacunas nesta área, a nível nacional. “A nossa obrigação enquanto profissionais de saúde é disponibilizar os meios que possam capacitar as pessoas para tomar decisões acertadas em defesa da sua saúde”, defendem os responsáveis. No entanto, “esta é uma tarefa cada vez mais complexa que exige preparação e treino”.

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