“A incontinência urinária é responsável por uma significativa perda de qualidade de vida”

No âmbito do Dia Mundial da Incontinência Urinária, que se assinala a 14 de março, Renato Lains Mota, urologista do Hospital Egas Moniz/Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, fala desta patologia no sexo masculino, que, segundo refere, é responsável por uma significativa perda da qualidade de vida.

“A incontinência urinária é responsável por uma significativa perda de qualidade de vida”

No âmbito do Dia Mundial da Incontinência Urinária, que se assinala a 14 de março, Renato Lains Mota, urologista do Hospital Egas Moniz/Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, fala desta patologia no sexo masculino, que, segundo refere, é responsável por uma significativa perda da qualidade de vida.

Oftalmologia. “A maioria da população recorre ao privado. O acesso é difícil”

O acesso aos cuidados de saúde ocular ainda fica aquém do necessário em Portugal. Cerca de 13% das pessoas nunca recorreram a este tipo de cuidados, o que "é preocupante", destaca a vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, Angelina Meireles, em entrevista ao SaúdeOnline, concedida juntamente com o também oftalmologista Rufino Silva.

“A incontinência urinária de esforço e o prolapso dos órgãos pélvicos partilham fatores de risco”

Sofia Alegra, secretária da Secção Portuguesa de Uroginecologia da Sociedade Portuguesa de Ginecologia, alerta para duas patologias que podem coexistir e ter grande impacto na vida da mulher: incontinência urinária e prolapso dos órgãos pélvicos.

Reportagem: Centro de simulação no Algarve permite a médicos ensaiar e errar em ‘bonecos’ de última geração

O Centro de Simulação UalgTec Health, inaugurado oficialmente no início de março, representou um investimento de dois milhões de euros, verba cofinanciada pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional da União Europeia, através do Programa Operacional Regional do Algarve 2014-2020.

2023-03-14T11:42:06+00:0013 Mar, 2023|APP - Geral, Em-Destaque, Nacional, Últimas|

Doença renal crónica tem o dobro da prevalência em Portugal comparada ao resto do mundo

Segundo Ana Farinha, da direção da SPN, esta situação é justificada pelo facto de, em Portugal, “o rastreio da doença renal crónica não ser uma prioridade das autoridades de saúde e, por isso, os doentes surgirem em em fases muito avançadas da doença, em situações irreversíveis”.

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