Cerca de 40% dos doentes não fez quimioterapia de que necessitava
Estudo europeu coloca Portugal na cauda da tabela em relação aos tratamentos efetuados. Falta de recursos e distância aos locais de tratamento justificam adesão aquém do desejável.
Estudo europeu coloca Portugal na cauda da tabela em relação aos tratamentos efetuados. Falta de recursos e distância aos locais de tratamento justificam adesão aquém do desejável.
Um estudo publicado na revista científica "The Lancet" admite que, ao contrário das previsões, o número de anos de vida perdidos em resultado de doenças oncológicas em Portugal pode diminuir em 2040 em comparação com o ano de 2016.
A associação pediátrica do Hospital de São João, no Porto, está a estudar a apresentação uma queixa-crime contra quem mandou “parar a obra da ala pediátrica” daquela unidade, incluindo “políticos”, por manterem crianças internadas em contentores “miseráveis” desde 2011.
Ao longo do ano de 2018, a campanha #TempoParaViver passou por oito locais do país e incentivou a população a dar a cara – e o tempo – pelo cancro da mama
São as conclusões de um estudo, que será hoje apresentado pela Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica, que revela que medicamentos inovadores, avaliados em entre 60 e 80 mil milhões de euros, evitaram 110 mil mortes em Portugal desde 1990 e adicionaram dois milhões de anos de vida saudável.
A falta de radioterapia em Cabo Verde leva a que anualmente 120 doentes com cancro sejam deslocados para Portugal para fazerem este tratamento.
O Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro disponibiliza aos doentes oncológicos um serviço de apoio médico-pericial para os apoiar nos procedimentos técnico-administrativos resultantes do dano sofrido na integridade psicofísica.