A Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes reconheceu que, nos últimos dois anos, o número de inscritos no Registo Nacional de Utentes aumentou mais de 400 mil, mas considerou que esse acréscimo deveria ser “mais uma razão para o Governo se empenhar na solução deste problema e pelo menos minorar os problemas” de quem não tem médico.