FAES FARMA organiza podcasts sobre gota ou artrite gotosa para alertar para doença crónica e sistémica
A FAES FARMA está a organizar podcasts para abordar a temática "A Gota e a Hiperuricemia na prática clínica". A iniciativa destina-se exclusivamente a profissionais de saúde e tem como objetivo alertar para a artrite gotosa que costuma ser tratada como doença aguda, apesar de ser crónica e sistémica.
Infeções sexualmente transmissíveis. ANEM defende reforço urgente da prevenção e do acesso à saúde sexual
Para a ANEM, o combate às infeções sexualmente transmissíveis deve assumir-se como uma prioridade das políticas públicas de saúde, através de estratégias devidamente integradas e monitorizadas, alinhadas com objetivos e esforços internacionais.
Internamentos indevidos nos hospitais agravaram-se desde março, alertam administradores hospitalares
Tendo em conta o evoluir da situação, o presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, Xavier Barreto, aludiu à urgência de respostas no terreno, sobretudo no domicílio, com reforço das equipas de cuidados continuados domiciliários.
Infeções sexualmente transmissíveis. “Temos de aumentar a acessibilidade ao rastreio em consultas e de forma anónima e confidencial”
De acordo com o estudo português “Perceção da população portuguesa sobre as infeções sexualmente transmissíveis”, apresentado no ID Symposium 2026, 45% dos portugueses não realizam exames de rastreio e 59% têm vergonha de os fazer. Para Rita Maciel Barbosa, assistente Graduada em Medicina Geral e Familiar e coordenadora do Centro Integrado de Saúde Sexual do Porto, é preciso falar mais do assunto e desmistificar ideias como sexo oral é mais seguro mesmo sem preservativo.
Universidade do Porto testa modelo de prescrição cultural para melhorar a saúde da população
A partir do momento da prescrição cultural, o processo passa a ser gerido por um link worker, que pode ser um assistente social, responsável pelo acompanhamento do doente e a elaboração de um relatório.
“Mais do que uma profissão, a Medicina tornou-se para mim uma forma de viver com propósito, através do cuidado, proximidade e serviço aos outros”
Joana Castelhano, médica de família na USF Travessa da Saúde – ULS São José, começou por querer ir para a NASA, mas descobriu que é na Medicina Geral e Familiar (MGF) que é feliz. Desde a adolescência sempre se empenhou em projetos humanitários, de voluntariado, para dar resposta a populações muito vulneráveis. A exercer Medicina em Camarate, no mês do Médico de Família, conta-nos os desafios que tem enfrentado numa freguesia onde há vários problemas sociais graves, como violência doméstica e até fome. No final, deixa um apelo aos mais novos: não deixem que a pressão assistencial e os indicadores vos afastem da visão holística e humanitária, tão próprias da MGF.
Hipoparatiroidismo: uma doença rara, uma hormona em falta e um tratamento complexo
Médico endocrinologista









