Dor crónica: Um problema de saúde pública
Internista com competência em Medicina Paliativa/Secretário do Núcleo de Estudos de Bioética da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna
Internista com competência em Medicina Paliativa/Secretário do Núcleo de Estudos de Bioética da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna
O novo modelo esteve hoje em discussão pública. “A expectativa é que se possa gerar uma resposta que conheça a pessoa em qualquer momento da evolução de uma doença limitante de vida e que o plano individual de cuidados seja construído em conjunto", de acordo com a Direção Executiva do SNS.
“No pain, no gain” é muitas vezes a máxima no mundo do Desporto. Mas, como defende João Paulo Castro, fisiatra do Centro Hospitalar Universitário de São João, este não deve ser o lema.
O objetivo é chegar àqueles que por “vergonha ou relutância” não solicitam ajuda médica, segundo informa o site da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF).
O uso de substâncias psicadélicas para fins terapêuticos foi um dos temas do encontro “Cérebro e a Vontade: Atualização em Dependências , que se realizou em maio, em Coimbra. João Curto, psiquiatra e membro da comissão organizadora, fala da importância destas terapêuticas e alerta também para a escassez de recurso humanos na área da Adictologia.
A comissária europeia para a Saúde, Stella Kyriakides, salientou, em conferência de imprensa, que a Comissão quer, concretamente, lançar uma iniciativa europeia para a prevenção da depressão e do suicídio, criar um código europeu para a saúde mental e reforçar a investigação.
A secretária de Estado para a Promoção da Saúde, Margarida Tavares, reconheceu que integrar as competências de planeamento de coordenação com as de intervenção “não é fácil”, porque o SICAD é uma direção-geral, sendo preciso encontrar “uma estrutura ágil que não modifique drasticamente a estrutura em termos de recursos e até em termos de custos”.
Recorde-se que, em 2 de maio, foram lançadas a concurso 978 vagas para MGF, correspondentes a todos os lugares em falta no país, para reter os recém-formados, mas também para atrair os especialistas que não estivessem a trabalhar no SNS. A contratação de estrangeiros poderá ser opção nas regiões onde é difícil contratar médicos portugueses.
Segundo a autarquia, este apoio pecuniário municipal “destina-se a compensar os encargos decorrentes” da fixação dos médicos no concelho e será atribuído “enquanto o profissional proporcionar cuidados de saúde à população abrangida pela unidade de saúde em que estiver inserido”.
A EMA e o ECDC assinalam que as vacinas atualmente autorizadas "continuam eficazes na prevenção da hospitalização, doença grave e morte por covid-19", mas ressalvam que "a proteção contra o vírus diminui com o tempo na sequência do aparecimento de novas variantes do SARS-CoV-2".