Internamentos sociais ocupam mil camas nos hospitais
Cerca de mil camas dos hospitais públicos estão diariamente ocupadas por internamentos sociais, pessoas que não precisariam de estar internadas.
Cerca de mil camas dos hospitais públicos estão diariamente ocupadas por internamentos sociais, pessoas que não precisariam de estar internadas.
São quase 2,2 mihões os casos os atendimentos em urgência nos hospitais públicos no ano passado que foram considerados pouco ou nada urgentes.
Avaliação é alargada aos restantes hospitais durante o segundo semestre,segundo o Ministério da Saúde.
Segundo o estudo EMPIRE, realizado em 2015, um em cada cinco portugueses adultos tem anemia e a maioria não está diagnosticada
O número de transplantes diminuiu em 2018 em Portugal, ano em que se registou a média mais elevada de sempre na idade do dador (57,3 anos)
Camas foram instaladas nessa unidade em julho de 2018, mas que a autarquia diz que se mantêm paradas enquanto aguardam aval do Governo para uso pelos utentes.
Trata-se de um modelo em que os doentes recebem assistência médica especializada em casa em alternativa ao internamento.
Ministério diz também que se registou um acréscimo superior a 100 profissionais em comparação com 2015.
A prática de pilates melhora a qualidade de vida de quem sofre de doenças cardiovasculares e respiratórias crónicas, cancro e diabetes, indica um estudo da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro (ESSUA).
O Hospital Amato Lusitano vai iniciar, em março, um modelo assistencial em que se disponibilizam cuidados de saúde especializados no domicílio dos doentes.