Centros de procriação comprometem-se a aumentar produção e reduzir esperas
Os centros públicos de procriação medicamente assistida do Norte, Centro e Lisboa propõem-se aumentar a produção entre 10% e 60%.
Os centros públicos de procriação medicamente assistida do Norte, Centro e Lisboa propõem-se aumentar a produção entre 10% e 60%.
No último concurso, apenas 60% das vagas foram ocupadas em todo o país, tendo-se registado dezenas de desistências entre os especialistas em MGF.
O Hospital Santa Maria, por exemplo, registou na segunda-feira “um pico de atividade”, com 720 episódios no conjunto de urgências.
“Idealmente, a vacinação deve ser realizada nos primeiros quatro dias após o último contacto próximo com um caso", diz a DGS.
Confinamentos representam uma privação da liberdade, diz o acórdão do Tribunal Constitucional, que deve, assim, inviabilizar, a lei de emergência sanitária que o governo está a preparar.
O pico de incidência de infeções não complicadas do trato urinário baixo em mulheres “observa-se entre os 18 e os 30 anos, explica a especialista em Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos.
Cerca 60% dos inquiridos disseram que iriam consultar um psiquiatra ou psicólogo. Apenas em Espanha (62%) esta proporção foi mais elevada.
Serão analisados fatores como as listas de espera para cirurgias e consultas ou a despesa com pessoal. Médicos consideram ser "estranho" que os incentivos não os incluam.
Apenas um terço das mulheres convidadas compareceram ao rastreio nas zonas de Lisboa e Setúbal. Desconhecimento é uma das explicações.
No espaço de três semanas, este será já o oitavo encerramento daquela Urgência, sempre por períodos de 24 horas.