Nascimentos aumentam no primeiro semestre do ano
O número de nascimentos aumentou no primeiro semestre deste ano, sobretudo em Lisboa, Porto, Setúbal, Braga e Faro.
O número de nascimentos aumentou no primeiro semestre deste ano, sobretudo em Lisboa, Porto, Setúbal, Braga e Faro.
Mais de 840 mortes fetais e neonatais registadas em Portugal continental nos últimos dois anos, com a Grande Lisboa a concentrar a maior percentagem.
O Parlamento debate hoje propostas para revogar ou alterar a lei que define a violência obstétrica. Enquanto CDS-PP e PSD apontam ambiguidade no conceito, PAN e Livre propõem alargá-lo. Várias associações alertam que a revogação seria um retrocesso nos direitos das mulheres.
Um bebé prematuro nasceu numa ambulância a caminho do Hospital de Leiria e morreu pouco depois da chegada à unidade. Este é o 36.º nascimento em ambulância registado em 2025, número que a FNAM considera alarmante face à crise nas urgências obstétricas.
A ministra da Saúde anunciou que, a partir de setembro, o Hospital Garcia de Orta passará a ter uma equipa de Ginecologia e Obstetrícia a funcionar 24 horas por dia. Para tal ser possível, o ministério foi buscar médicos que estavam no privado.
A eliminação do conceito de violência obstétrica é vista pelas associações como o silenciar de "milhares de mulheres" e esperam que o Governo volte atrás na sua proposta.
As grávidas que perderam os bebés tiveram a assistência devida, segundo Alberto Caldas Afonso, presidente da Comissão Nacional de Saúde da Mulher, Criança e Adolescente. O médico justifica o seu parecer com base nos dados apresentados, lembrando que podem sempre existir complicações imprevisíveis no decorrer da gestação.