Hospital São Francisco Xavier com 11 nascimentos por dia
Desde 1 de agosto que a atividade assistencial de ginecologia/obstetrícia e neonatologia do Hospital de Santa Maria decorre no Centro Materno Infantil do Hospital de São Francisco Xavier.
Desde 1 de agosto que a atividade assistencial de ginecologia/obstetrícia e neonatologia do Hospital de Santa Maria decorre no Centro Materno Infantil do Hospital de São Francisco Xavier.
Os médicos internos manifestam preocupação com o futuro da formação médica e insistem que “só há futuro se houver presente”.
O Infarmed lembra que alguns medicamentos aumentam a eliminação de água (por exemplo, diuréticos), podendo aumentar a desidratação normal decorrente do aumento da temperatura ambiente.
O Infarmed diz que as entidades que possuam estes lotes de medicamento em ‘stock’ não os podem vender, dispensar ou administrar, devendo devolvê-los.
A Lifefocus “está, como já manifestou aos sindicatos envolvidos, disponível para encontrar compromissos que garantam todos os direitos dos seus trabalhadores e não ponham em causa a sustentabilidade financeira da empresa”.
O Serviço de Saúde da Madeira apela aos utentes que tenham que se deslocar às unidades de saúde que se façam acompanhar de toda a informação clínica que disponham, nomeadamente relatórios de exames, análises clínicas e medicação.
As gémeas estiveram 14 horas no bloco operatório, com uma equipa multidisciplinar, num procedimento que decorreu apenas com recurso a profissionais do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central.
O espaço, localizado na Unidade Abrantes do Centro Hospitalar do Médio Tejo, está “dotado de modernas instalações e equipamentos que oferecem condições técnicas e de conforto otimizadas para os profissionais de saúde e para os utentes”.
O Governo aponta o facto de as negociações com as estruturas sindicais representativas da classe médica ainda perdurarem, sublinhado igualmente as necessidades de recursos humanos, em especial nos serviços de urgência, que se tornam "particularmente evidentes em período de férias".
“Quando o Governo põe na legislação dos cuidados continuados [a existência de] enfermeiros, médicos, auxiliares de ação médica e pouco mais, e faz contas ao que isto custa, esquece-se de uma série de recursos humanos, nomeadamente rececionistas, administrativos, pessoal de cozinha, de lavandaria e de limpeza”, explicou à Lusa o presidente da Associação Nacional dos Cuidados Continuados, sublinhando que sem estes profissionais “uma unidade de cuidados continuados não funciona”.