Querer ser médico de família
Para o entendimento da nossa sociedade e do papel da medicina, em geral, no mundo contemporâneo é indispensável ter em conta a sua história.
Para o entendimento da nossa sociedade e do papel da medicina, em geral, no mundo contemporâneo é indispensável ter em conta a sua história.
A eutanásia é um assunto que tenho mal resolvido. Há muita gente cheia de certezas e convicções. Tenho-lhes admiração e inveja. Suponho que grande parte das minhas dúvidas e desconforto se deverá ao facto de não conseguir dissociar a condição de potencial pretendente e a de, como Médico, poder ser chamado para executar a vontade de alguém querer morrer.
Irina Ramilo é ginecologista e alerta para a possibilidade de a infeção por HPV persistir e reativar. Além de aconselhar a vacinação, mesmo em mulheres que já testaram positivo ou que estão em tratamento, apela à cessação tabágica, por ser o principal fator de risco.
A vacinação contra a infeção por HPV tem permitido a redução de lesões como condilomas. Face aos seus benefícios, o médico de família tem “um papel imprescindível” para se alcançar a imunidade de grupo, como defendem as médicas de família Ana Sofia Marafona, da ULS São João, e Jéssica Nunes, da ULS Algarve.
Tiago Rodrigues, urologista, diretor da clínica de Urologia do Hospital Cruz Vermelha, em Lisboa, dá a conhecer um tratamento inovador para cancro da próstata.
Paula Freitas, endocrinologista e presidente da Sociedade de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM), alerta para algumas substâncias utilizadas para se ter o “corpo perfeito”.
Isabel Fonseca é coordenadora do Núcleo de Estudos de Obesidade da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna. A médica internista realça os desafios da obesidade, que é uma doença crónica.
Sérgio Sampaio, cirurgião vascular na Allure Clinic e professor universitário, esclarece que ninguém fica com lipedema por ter varizes, nem o lipedema provoca varizes.
A Doença de Fabry é uma doença rara, complexa e de difícil diagnóstico, que pode afetar vários órgãos e comprometer significativamente a qualidade de vida dos pacientes. Apesar dos avanços científicos e terapêuticos, o subdiagnóstico, as barreiras no acesso a tratamentos inovadores e a necessidade de uma abordagem multidisciplinar continuam a ser desafios centrais. A cardiologista Olga Azevedo, especialista em doenças lisossomais de sobrecarga, explica as dificuldades que os profissionais de saúde e os doentes enfrentam e o que pode ser feito para melhorar o diagnóstico e o tratamento desta condição.
Um projeto internacional está a explorar tecnologias de computação quântica e inteligência artificial (IA) para revolucionar a deteção e prevenção como o cancro gastrointestinal. A Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), a Faculdade de Medicina (FMUC) e o Centro de Estudos Sociais (CES) integram a equipa internacional.