Medicina. Alguns hospitais proíbem entrada de estudantes, faculdades contestam
Conselho de Escolas Médicas diz que medida compromete a formação e adianta que as faculdades têm número muito residual de casos de infeção.
Conselho de Escolas Médicas diz que medida compromete a formação e adianta que as faculdades têm número muito residual de casos de infeção.
Denúncia é do Sindicato Independente dos Médicos, que sublinha que a situação coloca em risco a assistência aos doentes.
Farmacêutica pedirá, ainda este mês, o uso em situações de emergência nos Estados Unidos. Registaram-se apenas 94 infeções entre milhares de voluntários.
Hospital Fernando Pessoa, CUF Porto e a União das Misericórdias Portuguesas são algumas das instituições privadas que vão colaborar com o SNS.
Governo dinamarquês já impôs restrições de movimentos na região da Jutlândia do Norte e vai abater 17 milhões de visons.
Eficácia deverá ficar comprovada até final do ano. Assim que os resultados sejam apresentados, as entidades reguladoras terão de aprovar a vacina para utilização massiva.
As projeções são de um estudo da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares e da Ordem dos Médicos. A atividade dos centros de saúde é a mais atingida.
Há outros concelhos da zona Norte muito afetados. Modelos matemáticos indicam que Portugal poderá ter mais de 8 mil casos diários na próxima semana.
Já esta quarta-feira deverá ser ultrapassado o máximo de doentes hospitalizados nos cuidados intensivos.
Administração diz que não está em causa o funcionamento do hospital e pede à população que "só vá à urgência por motivos graves".