“A taxa de mortalidade hospitalar situa-se nos 4,8 a 5%, enquanto a mortalidade esperada em casa é cerca de 3% menos”

A hospitalização domiciliária em Portugal deu um salto significativo na última década, tratando já mais de 50 mil doentes com ganhos comprovados em qualidade, segurança e eficiência. Em entrevista, Delfim Rodrigues, recentemente nomeado pelo Ministério da Saúde como coordenador nacional da Hospitalização Domiciliária, defende esta resposta como o futuro dos cuidados de saúde, com vantagens clínicas, sociais e económicas.

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