Vacinas da Pfizer e Moderna podem estar associadas a inflamações cardíacas
Conclusão é da Agência Europeia do Medicamento, que analisou 321 casos de inflamação cardíaca em vacinados contra o SARS-CoV-2.
Conclusão é da Agência Europeia do Medicamento, que analisou 321 casos de inflamação cardíaca em vacinados contra o SARS-CoV-2.
Os profissionais de saúde lançaram um guia que procura auxiliar as pessoas mais idosas na adaptação às medidas restritivas impostas pela pandemia.
De acordo com a agência Efe, os investigadores do hospital Onze-Lieve-Vrouwziekenhuis (OLVZ) detetaram o caso de infeção com SARS-CoV-2 pelas variantes alfa (aparecida no Reino Unido) e a beta (originária da África do Sul).
Em setembro, cerca de 80% da população elegível (com mais de 12 anos) já terá recebido pelo menos uma dose da vacina, diz a diretora-geral de saúde.
Segundo o secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres, "nos centros comerciais, e com as necessárias adaptações, as medidas serão aplicadas às ‘praças de alimentação'".
A certeza foi dada pela presidente da Comissão, Ursula von der Leyen. Todas, exceto a da Johnson & Johnson, requerem duas doses para atingir a eficácia máxima.
Governo quer acelerar a vacinação completa, de modo a poder levantar as restrições já no dia 19 de julho, como previsto.
O serviço teve início em maio deste ano, mas já se aponta para um “crescimento” a médio prazo, passando dos cinco para os 10 doentes.
2 em cada 10 inquiridos reportaram que eles próprios, ou algum membro do seu agregado familiar, ficaram desempregados durante a pandemia e 34% afirmaram que o rendimento do seu agregado familiar diminuiu no último ano e meio.