Médicos lançam “Roteiro de cuidados na DPOC”
“Roteiro de cuidados na DPOC” é um guia dedicado a médicos, recentemente lançado pelo Núcleo de Estudos de Doenças Respiratórias (NEDResp) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI).
“Roteiro de cuidados na DPOC” é um guia dedicado a médicos, recentemente lançado pelo Núcleo de Estudos de Doenças Respiratórias (NEDResp) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI).
É essencial adotar bons hábitos de saúde oral. Estes podem prevenir ou controlar doenças como o cancro, as doenças pulmonares e a diabetes.
No âmbito do Mês do Coração, o Projeto “Arriscar com o Coração, não é boa opção" promove diagnóstico precoce de doenças cardiovasculares.
Estudo demonstra que a estimulação do cerebelo durante o envelhecimento tem impacto na melhoria da memória episódica (a capacidade de recordar histórias e ações do quotidiano).
O livro “Plano para uma Barriga Feliz – 28 dias para tratar do seu intestino” (Planeta), lançado já este mês, apresenta várias dicas e receitas para que se dê mais atenção à microbiota intestinal e ao microbioma. A autora, Bárbara Marrucho, mestre em Ciências Farmacêuticas, alerta, em entrevista, para alguns cuidados com o intestino que podem fazer a diferença na saúde.
O projeto tem como principal objetivo a criação de "sensores 'wearable'" que sejam "capazes de responder às necessidades de atletas e pessoas com determinadas doenças", adianta Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
O Centro Hospitalar do Oeste explica que este tratamento, que é “essencial à vida dos doentes com défices do sistema imunitário (imunodeficiências por défice de produção de anticorpos), repõe as defesas que estes doentes não conseguem produzir para combater as infeções”.
O sindicato alerta para a escassez dos serviços de saúde na região e para a falta de médicos e outros profissionais de saúde, tanto em termos dos cuidados primários de saúde, como dos cuidados hospitalares.
Conhecida como “pandemia silenciosa”, a Hipertensão arterial (HTA) afeta já cerca de 42% da população nacional, estimando-se que mais de 25% dos doentes desconheça que sofre desta patologia crónica. É o principal fator de risco para o acidente vascular cerebral, principal causa de mortalidade e incapacidade no nosso país.