Ministro da Saúde surpreendido face a falta de acordo com sindicatos dos médicos
Manuel Pizarro fala após a reunião negocial extraordinária que decorreu na quinta-feira entre sindicatos dos médicos e Ministério da Saúde, e que terminou sem acordo.
Manuel Pizarro fala após a reunião negocial extraordinária que decorreu na quinta-feira entre sindicatos dos médicos e Ministério da Saúde, e que terminou sem acordo.
Várias ordens, federações e sindicatos ligados à saúde avaliam o primeiro ano de mandato de Manuel Pizarro como difícil, afirmando que quando tomou posse “deu esperança”, mas essa esfumou-se na “incapacidade” de convencer Fernando Medina e António Costa a investir no Serviço Nacional de Saúde (SNS).
De acordo com a administração do Hospital de Viseu, "nos quiosques multimédia, o utente poderá efetivar logo a sua consulta, através da leitura do cartão de cidadão, ou tirar senha para atendimento num balcão administrativo”.
Um estudo apresentado ontem em Coimbra, que visa promover as cidades saudáveis, defende que a área da saúde deve ser colocada no centro das políticas nas autarquias.
A ministra da Presidência salientou a importância da vacinação contra a gripe e a covid-19 que se inicia ainda neste mês de setembro”.
Quer a FNAM como o SIM estão descontentes. A FNAM contesta também o novo regime de dedicação plena por assentar em "critérios economicistas ao invés de critérios clínicos" e o SIM lembra "perda de poder económico de 22%".
Convocada pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM), a greve de dois dias dos médicos da Administração Regional de Saúde do Norte termina hoje às 24:00. Está prevista nova paralisação nos dias 20 e 21.
A Associação SOS Voz Amiga vai disponibilizar atendimento contínuo no sábado e no domingo no âmbito do Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, que se assinala em 10 de setembro. Poder dar apoio 24 horas por dia é o sonho da equipa, contudo faltam verbas. Os contactos são o 213 544 545/ 912 802 669/963 524 660.
Face à demissão de seis médicos obstetras do Hospital de Santa Maria, a FNAM já se pronunciou, e responsabilizou o Ministério da Saúde pelo sucedido.