Epilepsia. Ensaio vai testar estimulação neuronal não invasiva
Um sofisticado dispositivo tecnológico pode vir a comprovar-se como terapia alternativa contra os casos de epilepsia que não respondem a tratamentos farmacológicos.
Um sofisticado dispositivo tecnológico pode vir a comprovar-se como terapia alternativa contra os casos de epilepsia que não respondem a tratamentos farmacológicos.
Investigadores do i3S, no Porto, desenvolveram uma terapia que pode estimular a regeneração dos neurónios do sistema nervoso central após uma lesão na medula.
Portugal tem taxas de mortalidade por acidente vascular cerebral (AVC) superiores às de todos os países da Europa ocidental, segundo o Atlas da Sociedade Europeia de Cardiologia.
O grupo de investigação coordenado por Mónica de Sousa, da Univ. do Porto, vai estudar a "enorme capacidade regenerativa" de uma espécie de rato africano, e perceber de que forma se pode aplicar ao ser humano.