Rinite alérgica. “Temos de deixar de usar anti-histamínicos de 1.ª geração face à sedação e outros riscos”
Médica especialista em Imunoalergologia, coordenadora de Imunoalergologia, Hospital CUF Tejo, Lisboa, - Responsável pelo Laboratório de Fisiopatologia Respiratória, docente afiliada, NOVA Medical School, Universidade NOVA de Lisboa
Com mais de 1200 participantes, o Allergy & Respiratory Summit 2026 revela que se acredita cada vez mais “no modelo de educação médica, da colaboração e da inovação” na doença alérgica e respiratória, segundo disse, na sessão de abertura, Rui Costa, cocoordenador do evento.
“As doenças alérgicas e respiratórias continuam subvalorizadas na prática clínica em Portugal, muitas vezes com diagnósticos tardios e tratamentos inadequados”, alerta Mário Morais de Almeida, cocoordenador do Allergy & Respiratory Summit. Em entrevista, a propósito da próxima edição do encontro, que se realiza de 5 a 7 de fevereiro, no Porto, o imunoalergologista reforça que a articulação entre os vários níveis de cuidados médicos, primários e hospitalares, é crucial para melhorar a qualidade de vida das pessoas com condições alérgicas, otimizando assim os recursos clínicos e aumentando a qualidade dos atos.
De 5 a 7 de fevereiro de 2026, o Porto volta a acolher o Allergy and Respiratory Summit, um encontro que aposta na atualização científica e prática clínica, com cursos, sessões interativas e webinars complementares. Após reunir mais de 1.200 participantes na última edição, a organização espera continuar a crescer e reforçar o seu papel educacional.
USF ARaceti – ULS Baixo Mondego, coordenadora GRESP/APMGF