ENTREVISTA2020-11-19T16:29:10+00:00

ENTREVISTAS

  • Cancro da cabeça e do pescoço. Lesões com mais de 3 semanas exigem ajuda médica imediata

    Feridas na boca com mais de 3 semanas são um dos sintomas de cancro da cabeça e pescoço. Cláudia Vieira, presidente do Grupo de Estudos de Cancro da Cabeça e Pescoço, alerta para a importância do diagnóstico precoce no âmbito da campanha Make Sense. Além de apelar ao reforço da educação para a saúde, destaca o papel do dentista e do médico de família na luta contra este tumor e alerta para a escassez de cirurgiões e radiologistas diferenciados no setor público.

  • “A questão essencial é perceber de que médicos o país precisa”

    A criação de Centros Clínicos Universitários pode aproximar o ensino médico, a investigação e os cuidados de saúde, contribuindo também para o desenvolvimento de regiões fora dos grandes centros. Mas, para Maria Fontão, presidente da Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM), a abertura de novos cursos, como o da UTAD e o que está em discussão para Évora, exige uma estratégia nacional que tenha em conta as necessidades futuras do país e a capacidade formativa existente.

  • “Cuidar do luto não é apenas uma tarefa dos profissionais de saúde mental”

    A morte faz parte da vida, mas ainda existem dúvidas e dificuldades quando se fala de luto. Eunice D. R. Silva, especialista em Psicologia Clínica e Psicoterapia e psicóloga certificada e supervisora em Terapia Focada nas Emoções, alerta para a importância da formação dos profissionais de saúde nesta área, fazendo uma antecipação da terceira edição da European Grief Conference (EGC 2026), que vai decorrer entre 9 e 11 de setembro, no Porto. O evento é organizado localmente pela Sociedade Portuguesa de Terapia Focada nas Emoções (SPTFE) e pela Universidade da Maia, em parceria com instituições da Dinamarca, Irlanda e o Berevement Network Europe.

“Em Portugal, um terço dos municípios não tem acesso a cuidados de reabilitação”

A reabilitação continua longe de chegar a todos por igual em Portugal. Em entrevista, Renato Nunes, presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina Física e de Reabilitação, alerta para as assimetrias no acesso, para os atrasos na resposta - sobretudo aos doentes neurológicos - e para a urgência de um Plano Nacional que reforce equipas, camas e cuidados na comunidade.

“Podemos ser grande parte da solução para os utentes sem médico de família”

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António Alvim é presidente da recente Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes-APMF, criada em maio deste ano. Em entrevista, defende a prescrição de MCDT no privado, com comparticipação do Estado, para todos os utentes que não têm médico de família. Além desta e de outras medidas, o responsável diz que a associação visa também dar voz aos muitos especialistas de Medicina Geral e Familiar que trabalham no privado.

Uma aposta desta Direção: “conseguir que a revista científica da SPO seja incluída no Index Medicus”

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Na 3.ª edição do BEST OF ASCO, o presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), José Luís Passos Coelho, faz um balanço positivo desta colaboração com a ASCO. O oncologista destaca ainda o empenho da Direção da SPO, a importância da partilha do conhecimento científico de maior impacto e a ambição de tornar a revista da sociedade uma publicação científica indexada a nível internacional.

“Quer na obesidade quer na diabetes, tem havido uma grande revolução na forma como tratamos os doentes”

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Os avanços nas áreas da diabetes e da obesidade, “as epidemias gémeas”, têm sido notórios nos últimos tempos. Davide Carvalho, presidente das 16.as Jornadas Práticas de Obesidade e Diabetes em MGF da Zona Norte, realça as terapêuticas modificadoras do prognóstico destas doenças e a necessidade de se fortalecer a articulação entre a Endocrinologia e a Medicina Geral e Familiar.

“Uma pessoa com esquizofrenia pode ter uma vida ativa e funcional, com o tratamento adequado”

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Quando se fala em esquizofrenia, ainda impera a ideia de que são pessoas que não conseguem ter vida profissional e familiar. Mas tal não corresponde à realidade, quando se tem acesso ao tratamento mais adequado. Henrique Prata Ribeiro é psiquiatra no Hospital Beatriz Ângelo – ULS Loures/Odivelas e fala sobre a doença, no âmbito da campanha “Vivo com esquizofrenia. E então?”.

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