Novo conselho diretivo do INEM inicia funções
O novo conselho diretivo do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), presidido pelo militar Sérgio Dias Janeiro, entra em funções esta sexta-feira, indica um despacho do Ministério da Saúde.
O novo conselho diretivo do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), presidido pelo militar Sérgio Dias Janeiro, entra em funções esta sexta-feira, indica um despacho do Ministério da Saúde.
De acordo com a presidente da Associação Nacional dos Estudantes de Medicina, as despesas correspondem a gastos com a formação teórica, por exemplo com bibliografia; e prática, devido ao material obrigatório para a frequência dos estágios.
O presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) lamentou que os atrasos nos concursos para novos médicos de família estejam a deixar os recém-especialistas “pendurados há meses” à espera de colocação.
O ex-diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde, Fernando Araújo, lamentou o anúncio de “ameaças veladas” de demissão das administrações das unidades de saúde e criticou os “maus líderes" por desconfiarem do trabalho e da experiência dos seus dirigentes.
Os sindicatos representativos dos profissionais de saúde defenderam no parlamento que a ausência de investimento no Serviço Nacional de Saúde (SNS) “é um problema que se arrasta desde os anos de 1980”, criticando a falta de valorização das carreiras.
As candidaturas para a 10.ª edição do Programa Gilead GÉNESE já estão abertas e a decorrer até dia 10 de setembro.
De acordo com a Sociedade Portuguesa de Nefrologia, Portugal tem a quinta maior taxa de transplantes renais na Europa, com 49,01 transplantes por milhão de habitantes.
O presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar alerta que a utilização das ambulâncias de Suporte Imediato de Vida do distrito de Bragança para transporte de doentes pode subtrair meios ao socorro urgente; acusou ainda a Unidade Local de Saúde do Nordeste de adotar uma “medida economicista”.
Cerca de 21 milhões de crianças não receberam as vacinas previstas em 2023, mais 2,7 milhões do que antes da pandemia de covid-19, um retrocesso nos objetivos globais de imunização que estão longe das metas para 2030.